• Em caso de escassez, a água que resta deve ir prioritariamente para consumo humano ou para abastecer a fábrica de refrigerantes?

  • Qual o valor justo a ser pago pela água?

  • De que forma podemos melhor proteger os mananciais?

Estas são perguntas que devem ser debatidas pela sociedade, porque a água é essencial à vida, é direito de todos e é um bem comum! Não pode ser apropriada por grandes empresas ou ter sua gestão voltada para o lucro.
Água é saúde e dignidade.
O poder público tem a obrigação de fazer o planejamento adequado, os investimentos necessários, e cuidar dos locais onde a natureza produz e armazena água. 
Ao longo deste primeiro mandato, promovi debates sobre o tema no Vale do Ribeira e na cidade de São Paulo, e participei de aula pública sobre a crise hídrica no CEU Vila Rubi (São Paulo, SP).

Na Câmara dos Deputados, participei de Comissão Especial sobre Recursos Hídricos. 
Como presidente da Comissão de Meio Ambiente, fui a Sergipe presidir audiência pública, para debater a recuperação do rio São Francisco, um dos mais importantes do país.

Sou autor do projeto de lei (PL9839/2017) que veta a interrupção dos serviços de saneamento, por inadimplência, para usuários residenciais de baixa renda.
 

Em 2018, quando os dois importantes Fóruns ocorriam em Brasília, coordenei a Comissão Especial da Câmara dos Deputados para acompanhamento destes debates internacionais.

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