O rompimento de barragens de rejeitos da mineradora Samarco, em Mariana (MG) em 2015, foi um dos maiores desastres ambientais que se tem notícia no país. Foi causado por negligência de grandes multinacionais (Vale e BHP Billiton), que ainda não tomaram nenhuma atitude significativa de recuperação, indenização ou compensação. 

 


Participei de Audiência Pública sobre o rompimento de barragens em Mariana 
Recentemente, a irresponsabilidade da empresa norueguesa Norsk Hydro resultou em uma grave contaminação de águas na região de Belém do Pará. 
Em Minas Gerais, o maior mineroduto do mundo, da Anglo American, rompeu, contaminando a água que abastece milhares de pessoas. Desde as obras para a sua instalação, ao longo de 532km, ocorreram graves impactos, como destruição de cursos d’água, secamento de nascentes, problemas de saúde à população, entre outros. 
No país e no mundo há centenas de casos em que a mineração deixa um rastro de destruição e prejuízo para a sociedade e para os governos locais, enquanto as empresas levam vultuosos lucros para suas matrizes em seus países de origem. 
Por isso, na Câmara dos Deputados, lutamos para barrar a tramitação no novo Código de Mineração, que quer facilitar o lucro fácil, sem medidas de prevenção de danos à biodiversidade e à vida das pessoas.
Queremos regras mais rígidas, melhores critérios, e mais recursos para a fiscalização. 
As enchentes no Jardim Pantanal, em São Paulo, também são um passivo de mineração. A mineradora abandonou o lugar quando perdeu o interesse, e o sofrimento da população é o mesmo a cada verão. Junto com as lideranças locais, temos trabalhado para que os poderes públicos resolvam definitivamente a situação.

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